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Conheça o primeiro tratamento anti-refluxo de longa duração que garante até 8 meses sem novas crises.
A fórmula, viabilizada pela ANVISA apenas no segundo semestre de 2022, já está sendo recomendada por gastroenterologistas em todo o Brasil para pacientes que querem se livrar dos “prazóis”.
Por Rodrigo Fernandes – São Paulo
27/01/2023 13h30 Atualizado há 45 minutos
Como tudo foi descoberto?
Um estudo da UNICAMP se tornou a chave para o primeiro tratamento de efeito duradouro contra refluxo e azia já desenvolvido no mundo, permitindo aos voluntários até 8 meses inteiros sem novas crises de queimação mesmo que não se submetam a nenhuma dieta ou uso de medicamentos.
Por isso, aqui vai uma ótima sugestão:
Se você não aguenta mais todos aqueles arrotos e soluços ácidos durante o dia-a-dia…
Se a garganta inflamada, a rouquidão e o mau hálito causados pelo ácido subindo te incomodam com certa frequência…
Se você não aguenta mais dormir com 2 travesseiros ou levantar a cabeceira da cama só para não acordar à noite com uma crise de queimação rasgando tudo no peito e na garganta…
Se não aguenta mais gastar seu suado dinheirinho com Omeprazol, Pantoprazol ou Esomeprazol…
E se você já não aguenta mais ouvir do seu médico todas aquelas mesmas recomendações de sempre sobre precisar ter uma dieta mais regrada, fazer exercícios e perder peso…
Então essa fórmula possivelmente é a solução que você procura para finalmente voltar a comer o que quiser e na hora que quiser, sem medo de uma crise de azia surgir.
Se você sofre com refluxo, azia ou gastrite…
Então você tem basicamente dois caminhos a seguir a partir de agora:
1º – Você pode aceitar o destino cruel, ficando proibido de comer o que gosta, e ainda continuar com as crises de refluxo e azia que aparecem até enquanto você dorme.
2º – Ou pode olhar mais carinhosamente para os benefícios desta Fórmula, que de acordo com a própria UNICAMP, permitiu à 316 voluntários que ficassem por longos meses sem uma única crise sequer de refluxo.
Você irá descobrir hoje, aqui na Vida e Saúde como esta fórmula permite um efeito tão eficiente e prolongado até para os casos mais severos de refluxo e azia.
E se você estiver lendo esta matéria, também vamos te ensinar como você pode testar essa tal Fórmula Anti-Prazol, para que finalmente consiga ter a liberdade que tanto buscou até hoje através do seu médico e dos “prazóis” que tanto fazem mal.
Nós podemos garantir: dessa vez você está mais próximo do que nunca de resolver suas crises de queimação de forma praticamente definitiva, podendo então voltar a comer e beber o que quiser, dormindo feito um bebê todas as noites, chegando até mesmo a se esquecer de como era sentir uma crise de queimação.
Nós podemos garantir: dessa vez você está mais próximo do que nunca de resolver suas crises de queimação de forma praticamente definitiva, podendo então voltar a comer e beber o que quiser, dormindo feito um bebê todas as noites, chegando até mesmo a se esquecer de como era sentir uma crise de queimação.
O tratamento explicado por pesquisadores da área.
Se você quer entender como essa fórmula é capaz de inibir as crises de refluxo por tantos meses, precisa antes entender como é que o refluxo acontece em nosso corpo.
Depois que a gente engole uma comida e ela desce pela garganta, lá no fundo tem uma portinha chamada “esfíncter”, que relaxa e abre para que essa comida caia dentro do suco gástrico no estômago e possa ser digerido.
Depois que a comida passa por essa portinha, ela precisa se fechar completamente na mesma hora.
Porque assim, o suco gástrico que digere a comida não consegue subir e causar aquela sensação terrível de queimação.
Só que tem um detalhe: essa portinha do esôfago é feita de músculo!
E conforme a gente envelhece, ela vai perdendo a força para se fechar depois que a gente faz uma refeição.
E como ela não consegue mais fechar completamente, sobra uma brecha pro ácido poder subir para a garganta durante a digestão.
E é aí que o refluxo e a queimação acontecem.
É como se a gente ligasse uma máquina de lavar pratos com a tampa ainda aberta!
O que vai acontecer é que a água e o sabão vão vazar completamente para fora.
E da mesma forma, acontece com o seu estômago.
Quando essa portinha de músculo não consegue se fechar completamente, o ácido e a comida conseguem subir pro esôfago durante a digestão e causar aquela dor e queimação terríveis.
E se você tem refluxo e acha que é por causa da bactéria H. Pylori, faça um teste:
Tome apenas os antibióticos que eliminam essa bactéria e volte daqui a alguns meses para nos dizer se o refluxo ácido acabou.
Ele não vai acabar! Porque o H. Pylori causa GASTRITE que é diferente de refluxo.
Nos casos mais graves de gastrite, essa bactéria pode apenas piorar as crises de queimação durante o período de infecção.
Mas ela não é a principal causadora!
Quem tem essa bactéria, sabe que dá pra tratar rápido usando antibióticos.
Mas se o refluxo já te incomoda há meses ou anos, o problema é justamente no esfíncter, essa portinha de músculo que serve de “tampa” para o seu estômago!
É por isso que o mecanismo de ação desta fórmula é diferente de tudo já produzido até hoje pela indústria.
O que ninguém te conta é que tomar esses remédios pode ser o caminho certo para destruir seu esôfago e gerar uma úlcera em poucos anos.
Sim, pode parecer chocante, mas deixa eu te explicar melhor:
Quando você toma um Pantoprazol, por exemplo, na esperança que o ácido pare de subir até o seu esôfago e a sua garganta, ele não está fazendo isso realmente.
Ele só está deixando o suco gástrico do seu estômago MENOS ÁCIDO, um pouco menos corrosivo. Mas só porque agora você não está sentindo a queimação do ácido como antes, não quer dizer que ele parou de ferir seu esôfago.
A única diferença é que agora, com a acidez mais baixa, você não sente dor enquanto ele continua causando inflamação e ferindo tudo.
É por isso que mesmo após anos de controle das crises através desses métodos mais comuns, milhares de pessoas descobrem “de repente” úlceras no esôfago.
Essas úlceras não surgiram do nada. Elas foram desenvolvidas silenciosamente enquanto você achava que estava tudo bem por não sentir mais as dores de antes.
Para ficar mais claro, imagine que você é o dono de uma loja de fogos de artifício e coloca um alarme perto da sua cama para o caso de haver um incêndio de madrugada.
Agora imagine que uma madrugada esse alarme toca, e ao invés de você ir resolver o problema, simplesmente desliga o alarme e volta a dormir.
Você acha que resolveu alguma coisa? NÃO! O incêndio continuou lá, destruindo tudo!
Você só fez desligar o alarme!
Então, quando você utiliza um destes medicamentos, tudo que você faz é desligar o alarme do seu corpo.
Enquanto isso, os danos continuam sem você ver.
Em 2002, o Instituto de Ciências Biomédicas da UNICAMP começou a estudar os casos de 378 voluntários que sofriam de refluxo ácido.
Havia literalmente todo tipo de gente nesse grupo de voluntários.
E depois de quase um ano analisando características como taxas hormonais, alimentação e sono, notaram uma semelhança curiosa entre vários deles?
Quase todos dormiam incrivelmente mal.
A primeira coisa que veio na cabeça da equipe de pesquisa foi:
“Eles devem dormir mal porque o refluxo faz eles acordarem à noite!”
Mas um dos pesquisadores não concordou com aquela teoria, pediu para que analisassem os níveis de melatonina, o hormônio do sono, até mesmo nos voluntários que relataram dormir “incrivelmente bem”.
E o que descobriram a partir dali deixou eles ainda mais intrigados:
Não só os que dormiam mal, como os voluntários que também dormiam muito bem, tinham níveis de melatonina baixíssimos!
Ou seja, era como se o principal hormônio responsável pelo sono estivesse em falta no corpo!
Como era possível?
Quem dormia bem deveria ter a melatonina completamente normal!
E foi aí que a pergunta-chave surgiu entre eles:
“Será que a melatonina tem algo a ver com o refluxo?”
Depois de alguns testes e poucos meses depois, os pesquisadores descobriram algo inédito até então:
Eles viram que melatonina é também a principal responsável por impedir que o esfíncter, essa “portinha do esôfago”, relaxe e fique aberta!
Eles descobriram que isso ocorre porque a melatonina impede que o óxido nítrico, responsável pelo relaxamento dessa portinha, atue em excesso durante a hora da digestão!
Conseguir utilizá-la poderia então ser uma forma extremamente eficiente e natural de acabar com a queimação do refluxo que incomoda milhões de pessoas!
Aquela descoberta animou todos os pesquisadores, e imediatamente organizaram um estudo comparativo para chegar à mais conclusões:
GRUPO A – 176 pacientes receberiam durante 30 dias uma cápsula com uma fórmula específica contendo melatonina e outros 6 ingredientes naturais específicos que potencializam o efeito da fórmula.
GRUPO B – Outros 176 pacientes receberiam durante o mesmo período 40mg de Pantoprazol.
O teste era “duplo-cego”, ou seja, os pacientes não sabiam o que estavam tomando.
E após 30 dias, os resultados de avaliação individual foram liberados.
E eram simplesmente impressionantes.
GRUPO B – Os pacientes que usaram 40mg de Pantoprazol, cerca de 66% deles relataram uma regressão das crises de queimação.
GRUPO A – Todos que usaram a fórmula especial com melatonina, tiveram uma regressão COMPLETA das crises de queimação causadas pelo refluxo!
E os exames endoscópicos desses pacientes apontaram um funcionamento 100% normal do esfíncter esofágico de todos eles!
Ou seja: os pesquisadores estavam certos!
Resolver o problema da “portinha” do esôfago através da melatonina era o que realmente eliminaria as crises de azia e dores no peito!
Só pra que você tenha ideia de como isso realmente resolveu as crises de refluxo com muito mais eficiência que os medicamentos.
Depois do estudo comparativo eles fizeram os pacientes do grupo “B” também tomarem a fórmula, e todos conseguiram acabar com as crises de refluxo também.
Essas são as fotografias dele antes, durante e depois do tratamento…
Foto A: Pesava 80kg e controlava as crises de refluxo com medicamentos.
Foto B: 6 meses depois, ele descobriu uma úlcera de 6cm no esôfago causada silenciosamente pelo ácido do estômago, e perdeu 40 quilos por não conseguir se alimentar corretamente.
Foto C: Estava com 32 dias de tratamento usando a fórmula com melatonina e já havia recuperado 19 quilos.
Foto D: Ele havia acabado o tratamento há 41 dias, e havia recuperado no total 36 quilos, finalmente chegando ao seu peso normal!
Além disso, outra pesquisa utilizando melatonina, realizada por poloneses alguns meses depois, mostrou que até mesmo os pacientes com gastrite aguda tiveram uma melhora considerável no quadro, pois a melatonina quando em contato com os outros ativos da fórmula, foi capaz de causar a cicatrização acelerada das lesões no estômago!
Assim como aconteceu com milhares de leitores do nosso site quando descobriram tudo isso, agora você pode estar se perguntando.
“Mas por qual motivo eu nunca vi essa fórmula sendo vendida por aí?”
Infelizmente nem tudo são flores.
Na época em que a descoberta dessa fórmula foi à tona, a melatonina ainda não havia sido regulamentada pela ANVISA para ser utilizada no Brasil.
Até que em 14 de Outubro de 2021, surgiu a luz de esperança:
A Diretoria Colegiada da ANVISA aprovou por unanimidade a melatonina para comercialização e importação.
Bem, não é “tão simples” assim.
Além da fórmula possuir outros 6 ativos em proporções extremamente específicas, a melatonina do estudo era do tipo 1, chamada de “Ultrapure”, e é usada hoje em dia apenas em laboratórios de pesquisa clínica.
Enquanto isso, a melatonina que encontramos em farmácias é a tipo 8, conhecida como “melatonina comercial.”
Há uma grande diferença entre elas:
A melatonina comercial não somente é bem mais barata (100g de melatonina Ultrapure podem custar R$820,00).
Como tem um nível de impurezas extremamente elevado em comparação à Melatonina Ultrapure.
E como a ANVISA permite que os laboratórios de manipulação usem esta melatonina comercial normalmente, eles se aproveitam disso para lucrarem mais.
Você encontra nesta melatonina comercial diversas impurezas:
Tudo isso estraga completamente o efeito da fórmula original porque vários ativos deixam de interagir entre si.
O resultado final de usar esta melatonina comercial encontrada em suplementos e farmácias de manipulação é sempre o mesmo:
Não há nenhuma melhora nas crises de refluxo e queimação e você perde seu suado dinheirinho.
Sabendo disto, o time de pesquisa da Luno Health, uma das maiores organizações de saúde natural da América Latina, resolveu ir em busca de desenvolver uma solução com a fórmula exata do estudo original.
Após quase 6 meses e meio de testes, a instituição atingiu seu objetivo:
Conseguiram desenvolver uma solução com a exata fórmula do estudo, utilizando as exatas medidas de Melatonina Ultrapure e todos os outros 6 ativos.
Em um teste realizado com 559 voluntários, pelo menos 351 destes passaram cerca de quatro meses sem novas crises, enquanto outros chegaram a ultrapassar os seis meses livres de queimação.
Todos os participantes afirmaram que não utilizam mais medicamentos e não restringem mais nada da alimentação.
A fórmula, agora comercializada sob o nome oficial de ESTOMACAPS, recebeu em Outubro de 2022 o selo oficial de garantia da ANVISA.
Um novo estudo independente, realizado pelo jornal americano American Health, com nome em inglês “Regression of gastroesophageal reflux disease symptoms using dietary supplementation with melatonin, vitamins and aminoacids: comparison with omeprazole”, constatou que o uso de uma cápsula da fórmula contida no Estomacaps® por 30 dias ou mais permite até 253 dias sem novas crises de refluxo, azia ou gastrite.
Veja os resultados abaixo:
**Tradução do gráfico: Quantidade média de crises de refluxo, azia ou dor no peito em voluntários – Teste #4433 de Fórmula do Estomacaps.
Neste estudo, foram selecionadas homens e mulheres com refluxo, azia ou gastrite entre 30 a 65 anos de idade.
Os voluntários ingeriram uma cápsula de ESTOMACAPS, diariamente, por um período de 30 dias.
Para contar melhor os resultados, entrevistamos um dos voluntários, o Sr. Antônio Carlos, de 56 anos:
“Por mais que eu tomasse Omeprazol e todos os similares, eu nunca resolvia de vez essas crises de refluxo. E quando descobri do mal que esses remédios faziam, do risco de Alzheimer e tudo mais, decidi começar a experimentar soluções naturais que pudessem substituí-los na hora das crises de azia. Experimentei de tudo: chá de espinheira-santa, suco de batata, chá de alface, chá de orégano… Enfim! Tudo que você pode imaginar. Mas no melhor dos casos, eles funcionam de maneira muito leve e por pouco tempo, nada perto dos medicamentos. Depois de pouco tempo já estava preferindo tomar os remédios de novo, pelo menos eu sentia uma melhora.”
Comenta o Sr. Antônio Medeiros
“Quem me falou do Estomacaps® foi minha filha. Comecei a ingerir as cápsulas, e depois de uma semana a melhora já havia sido grande: eu simplesmente não tinha mais aquela azia depois do almoço… Ela não vinha mais. Eu fiquei super empolgado, mas ainda estava com um certo medo e continuei controlando um pouco minha dieta.”
“Depois de uns 15 dias é que eu percebi a maior mudança mesmo: mesmo tendo decidido que iria passar a comer de tudo (testando meu próprio corpo mesmo), as crises de queimação e aquela dor no peito não vinham mais durante o dia-a-dia! Eu só lembro de um único dia que senti algo leve, depois de jantar e imediatamente ir dormir. Daí não teve jeito.”
“Mas depois de uns 25 dias… eu não tinha refluxo nem se eu quisesse. E eu lembro desse dia porque eu e minha esposa fomos pegar o exame de uma úlcera que eu tinha na garganta, que foi causada justamente pelo ácido… O exame de antes e depois é a prova de que essa fórmula funciona, tá aí pra todo mundo ver.
Diz o Sr. Antônio, ao nos entregar a foto de antes e depois que você vê acima.
“E naquele mesmo dia resolvemos sair para jantar, como se fosse uma prova de fogo mesmo, sabe? Comemos um risoto com bastante queijo e camarão, tomamos uma garrafa de vinho… e quando voltamos para casa, algumas horas depois, fui dormir pedindo a Deus pra não sentir nada (até porque eu já não tinha mais nem um Omeprazol pra alguma urgência)… E no dia seguinte acordei tão feliz: eu não estava sentindo nada! Tava rindo à toa com minha esposa na cama!”
“E sobre a duração desse efeito: no meu caso, eu passei 109 dias sem novas crises desde o fim do tratamento. Depois só repeti por outros 30 dias e pronto, voltei a ficar livre desse sofrimento de novo. Esse tal de Estomacaps não é nenhuma cura para quem tem refluxo, isso não existe… Mas que eu fiquei alguns bons meses sem sentir absolutamente nada, isso não tenho como negar! Funcionou muito melhor do que eu esperava!”
Comenta o Sr. Antônio, dando uma gargalhada.
Quando perguntamos ao Sr. Antônio o que ele mais gostou, ele conta:
“Eu passei a minha vida inteira, desde os meus vinte e poucos anos, tentando tudo que você pode imaginar pra resolver ou controlar minimamente essas crises de ardor e as dores no peito… E todas as vezes que eu fui em diferentes médicos, a resposta que eu tinha sempre era a mesma: tudo que eu poderia fazer era controlar as crises com remédio e dieta. Aquilo era tão frustrante que eu já cheguei a sair do consultório chorando, porque eu perdi minha mãe para o Alzheimer e eu sei que esses medicamentos estavam me levando para o mesmo caminho que ela teve de enfrentar. Eu imagino quantas pessoas já se sentiram assim e agora estão mudando de vida graças a essa fórmula. Os médicos estão finalmente com uma solução melhor em mãos. Menos pessoas vão ter problemas com Alzheimer futuramente porque o uso desses prazóis vai cair.”
“No fim das contas, isso só prova que nosso corpo é muito bom em se adaptar e se curar… Mas ele só consegue fazer isso se tiver todos os nutrientes necessários. No meu caso e no de qualquer pessoas que sofra com refluxo, gastrite ou azia, o que me salvou foi o Estomacaps.”
Finalizou Sr. Antônio.
Parece milagre, não é mesmo?
Mas acredite ou não, é isso que acontece quando você dá ao seu corpo as “ferramentas” que ele precisa para restaurar o funcionamento do seu esfíncter – as mesmas ferramentas que você tinha em abundância quando não tinha crises de refluxo.
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Muitos leitores nos enviaram um e-mail pedindo informações sobre a formulação exata do ESTOMACAPS, para encomendarem com farmácias de manipulação.
Como já dissemos anteriormente: isto significará apenas um desperdício de dinheiro.
A fórmula do ESTOMACAPS, é feita não somente com um tipo extremamente específico de Melatonina (Ultrapure, vendida pelas fábricas apenas para uso médico), como também é desenvolvida com outros 6 ativos em proporções extremamente específicas.
Mesmo que as farmácias de manipulação tivessem acesso a todos os mesmos ativos, elas não possuem maquinário para a preparação da fórmula como o estudo original indica.
Para ajudar nossos leitores, entramos em contato com a Luno Health, fabricante exclusiva do ESTOMACAPS, no Brasil, e eles nos informaram o seu site oficial que você pode acessar clicando aqui!
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O que acontece ao ingerir o ESTOMACAPS?
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A melatonina e os outros ativos, pelo fato de serem naturais, não causam nenhum dano à saúde. Para explicar melhor, convidamos o Dr. Roberto Cavalcanti, pesquisador e gastroenterologista.
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